
SABEDORIA A GERAÇÃO Z NÃO CONHECE: NAFTALINA Eram bolinhas brancas, que nossas mães colocavam nos guarda-roupas em saquinhos de filó para matar baratas, mas nunca vi o cadáver de inseto algum. Exalavam um cheiro bom e, como não sabíamos que era tóxico, não nos importávamos com as consequências quando tinha uma delas perto do nariz. Elas diminuíam com o tempo e o estoque era reposto na farmácia do Belisário Marques. As japonas, que ficavam guardadas por mais tempo, saíam impregnadas daquele cheiro, para desgosto ao chegar perto das namoradas

SABEDORIA A GERAÇÃO Z NÃO CONHECE: NAFTALINA Eram bolinhas brancas, que nossas mães colocavam nos guarda-roupas em saquinhos de filó para matar baratas, mas nunca vi o cadáver de inseto algum. Exalavam um cheiro bom e, como não sabíamos que era tóxico, não nos importávamos com as consequências quando tinha uma delas perto do nariz. Elas diminuíam com o tempo e o estoque era reposto na farmácia do Belisário Marques. As japonas, que ficavam guardadas por mais tempo, saíam impregnadas daquele cheiro, para desgosto ao chegar perto das namoradas

MEMÓRIA É PRESENÇA Prosadora de ofício não sou, mas aceitei o convite. Mesmo sabendo que , além da história, minha alma também se revelaria. Logo, a mão canhota começou a se agitar para um voo de ré, como fazem os pássaros saudosos. E pouso com os pés descalços, para pisar de mansinho,onde meu espírito repousa e se recompõe: Quenta Sol, a rua que começa um pouco depois de uma lateral da Igreja e que termina no Largo do Rosário. Bem aventurada! Quem consegue esquecer a rua da sua infância, enorme

O toque que cura: a ciência e a tradição por trás do shiatsu Vivemos em uma época onde a pressa dita o ritmo dos nossos dias. Entre prazos, trânsito e a conexão digital constante, raramente paramos para “sentir” o nosso próprio corpo até que ele grite — seja através de uma dor nas costas, uma enxaqueca persistente ou aquela tensão nos ombros que parece nunca ir embora. E em meio a este cenário, encontramos o Shiatsu. Frequentemente confundido com uma simples massagem relaxante, esta técnica é, na verdade, uma terapia

O toque que cura: a ciência e a tradição por trás do shiatsu Vivemos em uma época onde a pressa dita o ritmo dos nossos dias. Entre prazos, trânsito e a conexão digital constante, raramente paramos para “sentir” o nosso próprio corpo até que ele grite — seja através de uma dor nas costas, uma enxaqueca persistente ou aquela tensão nos ombros que parece nunca ir embora. E em meio a este cenário, encontramos o Shiatsu. Frequentemente confundido com uma simples massagem relaxante, esta técnica é, na verdade, uma terapia