Quando Ana Luísa e Flora gentilmente nos receberam na Traquitana, em maio/2025, para lançar a segunda fase do Echo da Matta (a primeira fase foi entre 1891 a 1892), havia uma faixa com a frase “Gente é feita para brilhar” do poeta Wladimir Maiakovski. Esta seria a ideia que Odette, Wilson e Francisco França imaginavam para o jornal, ou seja, focar em pessoas cuja vida deve ser realçada. No mês de novembro, no lançamento em Peçanha, promovido amavelmente pelo Felipe Dama e sua equipe, percebemos que estávamos no caminho certo. Afinal, tanto os colaboradores que nos honram, quanto os focalizados, são pessoas que se destacam por diversos motivos.
Neste mês de janeiro, além dos companheiros de sempre, convivemos com figuras que também engrandecem nosso jornal:
Chris Hunt, mora em Nova York, foi editor de revistas do Grupo Time Warner, morou na Venezuela, onde ainda tem amigos. Ninguém melhor para esclarecer o momento que vive o país, que certamente afeta a todos.
Luiz Felipe Dutra, nascido em Belo Horizonte, engenheiro mecânico, fã de esportes e apreciador de boa música e boa comida, mora em Amsterdam, Holanda.
Marcelo Xavier, publicitário, poeta, pintor, escritor de vários livros, nos dá inestimável lição de vida.
Marcelo Machado, advogado, tri-atleta, fanático pelos Beatles, destrincha a vida dos ídolos, mostrando que fora dos palcos são gente como a gente.
Victor Azevedo Brugnoli Ribeiro, engenheiro, se interessa por temas como psicologia, filosofia e comportamento, neste número fala sobre a pirata, companhia que aparece de vez em quando para todos nós.
Destacando os colaboradores que têm feito o sucesso do jornal, mês após mês:
Aluisio Rassilan Braga, André Massahud, Djalma França, Eduardo Pinheiro, Juarezito Vieira, Luisa Vieira França, Victor Sid Cordeiro, João Alberto Vizotto, Thiago Leão e muitos outros.
Agradecemos muito essa turma de qualidade que é a voz do Echo e, principalmente, aos leitores, o motivo de tudo.












Uma resposta
O Echo vai ficando cada vez melhor. A variedade de temas sem perder o jeitão do interior.