O Echo da Matta nasceu em 20/9/1891. Corajoso e arrojado, foi logo avisando que não aceitaria tutela: “O Jornal não caminha por uma tabela estabelecida, nem por um itinerário fabricado. Não somos órgão de propaganda especial ou determinada.”
De ironia fina, arguto, inteligente, abordava aspectos da cidade e dos seus moradores, sempre em busca de melhor qualidade de vida e convivência respeitosa e agradável. Também havia seções de literatura, artes e entretenimento refinado. E, como já expressava no nome, era profundamente empenhado na preservação ecológica, única forma de garantir existência sadia aos cidadãos.
Em maio de 2025 renasceu com o mesmo espírito, quando foi publicada a 22a. edição, a primeira do Século 21.
Suas ideias, como se vê, são muito atuais, demonstrando o nível cultural de Peçanha, um dos motivos de orgulho e da retomada deste valioso projeto, que procuraremos honrar.
Ideias que se mantêm vivas graças às iniciativas como a Amostra Cultural, tão bem idealizada pelo Secretário de Cultura – Filipe Dama – e sua equipe.












Uma resposta
Obrigada a todos que contribuíram pra homenagear meu sogro José Prata. Sou casada com Oneide Prata e ele ficou muito feliz com a reportagem desse famoso jornal