2025 – UM ANO PARA NÃO SE ESQUECER
No último número do ano em que o Echo voltou, viramos o rosto e vemos tantas coisas… Começando do zero, chegando a vinte mil visualizações no Instagram e outras tantas na Comunidade e no Jornal, sentimos que valeu a pena e, esperamos, também para quem nos acompanhou nas crônicas, filmes, livros, casos e, sobretudo, nas histórias das pessoas que brilham.
1 – PESSOAS NOTA 10 – Francisco
MAIO – GUILHERME MARQUES – Idealizador e realizador da Mostra Internacional de Teatro de São Paulo – MITsp, um dos principais eventos de artes cênicas do Brasil, com participantes do mundo inteiro. Nasceu em Peçanha e transferiu-se para São Paulo, mas nunca se esqueceu da sua terra, colaborando com inúmeras realizações de lá. Veja o artigo pelo link https://oechodamatta.com.br/guilherme-e-nota-10/
JUNHO – JURUBEBA – Nasceu em Peçanha e, conforme Fernando Simões, é pintor, DJ, percussionista, comunicador, artesão, caricaturista, calígrafo e boa prosa. Anualmente promove quatro bailes com músicas dos anos 60, 70, 80 e 90 geralmente com lotação esgotada. Sua frase predileta: “Tristeza não paga dívida.”
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JULHO – SÉRGIO CLEMENTINO – Um mestre em cena, “um ser incrível e ímpar, see destacava como o melhor professor pela forma leve que conduzia as aulas… Era muito querido pelos alunos, colegas de trabalho hoje e amigos” conforme comentou Joice Miranda.
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AGOSTO – KIANY CÁSSIA – Geminiana, nascida no Quilombo dos Jorges, Água Branca, na zona rural de Peçanha. Formada em Direito, é professora, ensinando aos alunos a pensar com suas cabeças. E micro empresária na área da alimentação, espalhando felicidade.
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SETEMBRO – VIVITE – Nasceu na rua do Quenta Sol, casado com Eliana, sempre batalhou para conseguir melhoramentos para a cidade, priorizando os desassistidos. Alegre, espirituoso, solidário, é o amigo que todos gostariam de ter.
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OUTUBRO – JUAREZ MOREIRA – nascido em Guanhães, é um grande músico, que temos a honra de conviver. Violonista, guitarrista, produtor, tem um trabalho marcado pela sutileza e pela força das cordas, reconhecido no Brasil e no exterior.
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NOVEMBRO – GERALDO MAGELA – Aprendeu tocar de olho: “Comecei a tocar violão aos 18 anos, só de olhar as pessoas que iam tocar na nossa casa.” E nunca mais parou de encantar, como ainda faz até hoje. Grande Magela!
2 – UTILIDADE PÚBLICA – Wilson
Os temas de utilidade pública, por vezes tão áridos na abordagem, são imprescindíveis em qualquer veículo de informação. Cientes disso, buscamos o auxílio de profissionais experientes para o esclarecimento de questões importantes que afetam a vida diária de pequenas e grandes cidades do nosso país.
MAIO – Na primeira edição do século 21, em maio, os editores apontaram em “Trabalho Conjunto Gera Resultados” a área do saneamento básico como essencial para a proteção de mananciais e recuperação de nascentes visando a conservação da biodiversidade e dos recursos naturais.
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JUNHO – Em junho, contamos com o arquiteto Aluísio Rassilan Braga que em “Espaço e Sociedade – Resta o Vazio” sugere uma coexistência simbólica entre o estabelecido e o novo, de modo a preservar a identidade de cada lugar.
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JULHO – “Acessibilidade: Necessidade, Direito e Dignidade” foi o tema observado com argúcia pela ativista de inclusão Odette Castro sobre a inadequação das vias públicas ao trânsito das pessoas com deficiência visual, auditiva ou intelectual.
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AGOSTO – O arquiteto Aluísio Rassilan Braga nos lembrou que toda cidade é única e é histórica. “Preservação Cultural – Tombamento” propõe que o valor cultural de um bem reside na capacidade de estimular a memória das pessoas, podendo ser aqueles bens portadores de valores estéticos, éticos, científicos ou filosóficos.
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SETEMBRO – Em carta à sua avó, José Saramago se encanta com seus olhos claros e sua alegria. “Como tu não vi rir ninguém”. A partir desse mote, a escritora Odette Castro nos alerta sobre “A Infantilização da Velhice”, com um contraponto irreverente: Velho é o jovem que deu certo.
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OUTUBRO – a infância foi o tema dominante da edição. O poeta Affonso Romano de Sant’Anna indica o momento exato em que os pais vão ficando órfãos dos próprios filhos e, a psicóloga Maria do Carmo de Melo Pinheiro nos aponta as consequências delicadas da estimulação inadequada à “Adultização das Crianças” ao deixá-las expostas ao mundo adulto, seja no campo sexual, social, emocional ou estético.
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NOVEMBRO – Com a realização da COP 30 – As Nações Unidas no Brasil, em Belém do Pará, a degradação do meio ambiente ganhou inédita visibilidade. Assim, Aluísio Rassilan Braga, que foi presidente do IEPHA/MG, torna visível em “Sustentabilidade, da Floresta para a Cidade” que a devastação ocorre em ritmo muito maior do que a capacidade da natureza em se regenerar.
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Na política, o destaque do ano foi a gestão do Prefeito de Peçanha – Fabricio Alvarenga, reeleito em 1o. turno em 2024, com 74,35% dos votos válidos. Seu mandato se estenderá até 2028.
https://oechodamatta.com.br/prefeito-fabricio-alvarenga-replay-de-sucesso/
3 – GENTE QUE FAZ – Odette
Agentes de inovação são aqueles que impulsionam o crescimento econômico e que contribuem para a transformação social. As 07 mulheres e os 04 homens que ilustram as matérias de “Empreendedorismo” souberam identificar oportunidades e, com seu trabalho, realizar grandes sonhos.
MAIO
– A VILA DA LAVANDA de Diana e Virgílio nos mostrou como viver uma experiência que vai além do que se pode medir. Os sentidos se entrelaçam em perfeita harmonia – o aroma e o sabor da comida encantam o paladar, a paisagem emoldura momentos inesquecíveis, e os sons sutis da natureza embalam cada instante. Comer, ouvir e ver se transformam em arte, tornando cada visita uma vivência única e memorável.
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– VANINHA PERPÉTUO E CORRINHA – Tivemos uma conversa inspiradora com as irmãs Vaninha e Corrinha, proprietárias das lojas Vaninha Perpétuo e Maria Corra, localizadas em uma casa moderna e chique no bairro São Pedro, área nobre de Belo Horizonte.
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JUNHO – TOXIBA – Sexta-feira fria de junho, cinco da tarde. Nesse horário José Eli da Silva, mais conhecido como Toxiba, abriu a porta de sua casa para uma conversa com a equipe do Echo da Matta. O que parecia uma simples entrevista se transformou num mergulho bonito de trajetória de coragem, trabalho e sucesso como cachacier que acumula premiações.
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JULHO – ZÉ BOLÃO:Do Malalis à culinária – José do Espírito Santo, conhecido por Zé Bolão, carrega no nome a indicação dessa doutrina central do cristianismo. Em nossa conversa, referiu-se com reverência ao poder divino: – “Deus abençoa a gente demais” e, ao mesmo tempo, esclarecia reverenciar ao Criador nos momentos em que as igrejas estavam em silêncio sem a presença de celebrante. Desconfiado, como muitos mineiros, nos fez lembrar da frase atribuída a Nelson Rodrigues: – “Sacerdócio é o ócio consagrado aos deuses”.
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AGOSTO – JOSÉ EUSTÁQUIO – Filho de Zé Câncio e dona Ica, irmão de Zé Carlos, o empresário José Eustáquio Rodrigues dos Santos abriu o coração para o Echo da Matta, numa conversa bem humorada para se guardar e ler de novo.
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SETEMBRO – TRAQUITANA – Nossa entrevista dentro de uma loja de brinquedos nos levou a um passeio em uma carruagem onde os pés ganharam asas. Foi nesse cenário que conhecemos o voo artístico e empresarial de Ana Luísa Pires Vieira da Silva, 57 anos, mãe da Flora e proprietária da Traquitana – uma das lojas de brinquedos mais originais de Belo Horizonte ou de qualquer lugar.
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OUTUBRO – FERNANDO RANGEL E O REFÚGIO 343 – Depois de uma longa e promissora vida profissional, em junho de 2019, Fernando Rangel encontrou um propósito: acreditou que podia fazer diferente, criando uma ONG. Surgiu então a Refúgio 343, para promover a reinserção socioeconômica de refugiados e migrantes. Ali as funções e responsabilidades da equipe são organizadas e alinhadas de modo a fortalecer a cultura da paz por meio do acolhimento, integrando famílias pelo Brasil por meio da interiorização planejada, e garantindo acesso a direitos fundamentais como emprego, saúde e educação.
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NOVEMBRO – DIRCE GONÇALVES DA SILVA, Maria Gorete de Almeida, Goreth Venâncio, três mulheres extraordinárias, que melhoram o mundo com seus ofícios e sabedoria.
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4 – CRÔNICAS – Francisco
MAIO – VOLTANDO A CIDADE QUE JÁ NÃO EXISTE – Sem melancolia, voltamos à Peçanha que sumiu há muito tempo. Coisas fundamentais desapareceram, mas os significados continuam.
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JUNHO – O SUTIL PODER DAS LEMBRANÇAS – Lembramos do saudoso Deca Alvarenga, companheiro querido e grande figura humana.
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JULHO – COPA DO MUNDO DE CLUBES … Já pensando na Copa do Mundo, reflexão sobre a influência do futebol na cultura do país. E, de quebra, prescreve remédio para nossas ziquiziras: “Para curar certas doenças, às vezes precisamos de um remédio mais amargo. Nada que um Hexa não consiga adocicar.”
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AGOSTO – APESAR, CONTRA E JUNTO … Aborda, dentre outras questões, a proposta de Marcelo Lopes de Souza, grande geógrafo, para a atuação dos movimentos sociais, em três frentes: “contra o Estado, junto com o Estado e apesar do Estado.”
SETEMBRO – SERES IMAGINÁRIOS E NEM TANTO – A liberdade só é alcançada através da autonomia de pensar. O movimento pendular movido pelo ódio nunca levará à liberdade, pois se desloca entre pólos iguais, mesmo quando achamos que existem lados diferentes.
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OUTUBRO – SOLIDÃO EM BOA COMPANHIA – Reflexão serena sobre a solidão e melancolia. “… A tristeza é a vida te abraçando, pegando você pelas mão e mudando você.” E os caminhos para atravessá-la.
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NOVEMBRO – PESSOAS – Quais os elementos que utilizamos para classificar uma pessoa como maluca e outra como normal? Somos tão diferentes assim?
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5 – LIVROS – Luísa
JUNHO – A cabeça do santo, de Socorro Acioli, conta uma história que é a cara do Brasil, mesclando realismo mágico e fatos reais absurdos.
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JULHO – A vida invisível de Eurídice Gusmão, de Martha Batalha, conta a história da protagonista que poderia ter sido, mas não foi. Um livro que foi adaptado para as telas e fez história no cinema brasileiro.
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AGOSTO – Poltrona 27, de Carlos Herculano Lopes, retrata a viagem de ônibus que o autor frequentemente fazia, despertando memórias em todos que trilhavam essa mesma odisseia.
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SETEMBRO – O Sol é para todos, de Harper Lee, apesar de retratar uma família na década de 30, traz elementos tão familiares que geram identificação ainda hoje.
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NOVEMBRO – A mãe da mãe de sua mãe e suas filhas, de Maria José Silveira, nos conduz por gerações de mulheres que vão de 1500 aos dias atuais, em uma narrativa em que a história do Brasil é a protagonista. Nessa edição, ainda celebramos o livro Origem – Os Segredos do Universo, estreia literária de Alcione Silva, mineira nascida em Peçanha.
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6 – MÚSICA – Juarez
MAIO – ROBERT JOHNSON – Entre 1936 e 37 gravou suas 29 músicas que forjaram o padrão do Blues e do Rock.
JUNHO – BOB DYLAN No Newport Folk Festival de 25/07/1965 o músico foi vaiado ao deixar de lado o Folk e aderir a guitarra elétrica sentindo como é difícil para as pessoas aceitarem as mudanças.
JULHO – O SURGIMENTO DO ROCK AND ROLL NOS EUA e a repressão no final dos anos 50. Em meados da década de 50 surge no EUA o Rock and Roll, que sofre grande repreensão pelo sistema.
AGOSTO – A INVASÃO BRITÂNICA: o sucesso dos músicos britânicos nos EUA no Início dos anos 60. O ressurgimento do Rock and Roll nos EUA trazido pelos músicos britânicos.
SETEMBRO – O ROCK AMERICANO APÓS A BRITISH INVASION e Woodstock. Os músicos americanos estão de volta compondo e gravando e isso vai ser celebrado no final da década 60 no Festival de Woodstock.
OUTUBRO – WOODSTOCK – 3 dias de Paz e Amor que ficaram na História. 400 mil jovens transformaram o Festival de Woodstock de 69 em um marco cultural e histórico.
NOVEMBRO – VALORIZAÇÃO DOS BLUESMEN AMERICANOS. A importância dos músicos britânicos (brancos) para consolidação do Blues – música afro- americana- no mundo
7 – POESIAS DO MÊS – Francisco
JULHO – CECÍLIA MEIRELES – Início da sessão em julho, em grande estilo. Cecília Meireles começa seu lindo poema – Retrato – dizendo “Eu não tinha este rosto de hoje…” E continua, machucando com suavidade.
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AGOSTO – FERNANDO PESSOA – Outro grande – No Se eu pudesse trincar a terra toda o poente é belo e bela é a noite que fica…
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SETEMBRO – VICTOR HUGO – Didático, explica n’A Consciência, o poder corrosivo do remorso, utilizando a história de Caim.
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OUTUBRO – OLAVO BILAC – Nosso grande poeta reclama da solidão no Nel Mezzo del Camin, com o talento que todos conhecemos.
https://oechodamatta.com.br/poesia-do-mes-2/
NOVEMBRO – CIRINEU – No mês do lançamento do jornal em Peçanha, enfocamos o grande poeta de lá, com seus Haicais soberbos.
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1891/1892 – DOIS ANOS PARA SE LEMBRAR (*)
SETEMBRO – ALVORADA – Nasce o Echo da Matta, em 20/5/1891, com a declaração de fé: Este semanário não é fábrica de elogios graciosos, nem açougue de difamações pessoais. Só trata de interesses comuns. Não caminha por uma tabela estabelecida nem por um itinerário fabricado. Não por coincidência, é por onde procuramos ir.
OUTUBRO – ESTAÇÃO TELEGRÁFICA – Solicita a instalação de uma estação telegráfica no município, para agilizar a comunicação com Ouro Preto – capital do Estado de Minas e Rio de Janeiro – capital federal. Argumenta que as correspondências demandam mais de 10 dias para chegarem em qualquer destino.
NOVEMBRO – CÓDIGO PENAL – Reivindica um novo Código Penal para agilizar o combate ao pensamento criminoso que atravessa o coração e cérebro do delinquente. Ou seja, parece que o problema levantado pelo artigo ainda persiste.
DEZEMBRO – UNIÃO DO ESPÍRITO SANTO E MINAS – Artigo se posiciona frontalmente contra a união do Estado do Espírito Santo e Minas Gerais: “Isto é simplesmente estúpido.”
JANEIRO – TERRAS DEVOLUTAS – Trata da proibição da monarquia da aquisição de terras devolutas, na visão do jornal, prejudicando a solução do povoamento do país e incentivando a violência, uma vez que as ocupações seriam feitas mesmo com a proibição.
FEVEREIRO – EMBATE COM MINISTROS – Artigo comenta o embate do Marechal Deodoro da Fonseca com os ministros do Governo Provisório, ameaçando “chamar o velho”, qual seja, o Imperador d. Pedro II, deposto por eles.
MARÇO – DR. SIMÃO DA CUNHA PEREIRA – representante do município no Congresso Mineiro Dr. Simão foi recebido com festa.
ABRIL – PAPEL – Celebra a chegada do papel, imprescindível para a sua produção. Através de trem vindo do Rio de Janeiro, e continuando viagem nos cargueiros do Serro e Diamantina, notícia aliviado que os cidadãos não ficariam privados do jornal.
MAIO – CORREIOS – A questão é com os Correios, “um elemento de confusão e desordem, motivando grandes prejuízos para os particulares.” Lembramos que esta notícia não é de agora.
JUNHO – TIPOGRAFIA NOVA – Celebra a chegada da nova tipografia e mudança do prédio, oferecendo mais condições de atendimento aos cidadãos.
JULHO – INSTALAÇÃO DA COMARCA – Instalada a Comarca de Peçanha em 20 de março de 1892, festejada efusivamente pelos cidadãos.
AGOSTO – CANDIDATO – Indica o vigário Alexandre Generoso como candidato na eleição de 30 de maio ao Senado Mineiro, sustentado por todo o norte.
SETEMBRO – SUSPENSÃO DA PUBLICAÇÃO – Informa que a publicação do jornal será suspensa para trabalhar no aumento do formato, mas publica anúncio de venda da tipografia: “Vendemos por módico preço a tipografia em que editamos o nosso jornal.” Infelizmente a suspensão durou até maio de 2025, quando foi recriado em novo formato.
(*) Em sua primeira fase, o jornal era editado semanalmente. Abordamos aqui as notícias mais relevantes do mês. Todas as edições estão disponíveis através do título “Acervo (1891 a 1892)” no canto superior esquerdo do Echo atual, que reproduz o site memoria.bn.gov.br, onde também pode ser acessado.

LANÇAMENTO EM PEÇANHA – Registro especial sobre o lançamento do jornal em novembro, na Casa de Cultura de Peçanha, sua terra natal. Agradecemos ao Filipe e sua equipe a alegria que sentimos com o sucesso e receptividade dos nossos conterrâneos. Salve, Filipe, Cidinha e todos aqueles que nos prestigiaram.









