No mês em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, instituído pela ONU em 8 de março, o Echo repercute as ideias de Mirian Chrystus, uma das participantes da construção do movimento “Quem Ama Não Mata”. Luísa França, na coluna “Livro“, mostra como as editoras repetem o tratamento desigual da sociedade, publicando livros das mulheres em quantidade infinitamente menor do que os dos homens, mesmo que a qualidade seja tão boa quanto. E na coluna “Música” Chris Hunt lembra de Janis Joplin, Odette de Rita Lee e Juarez do Banquete dos Mendigos e “Simpathy for the Devil” sobre a relação entre a Humanidade e o Mal, que muitas vezes atinge as mulheres.
Falando em música, Ausier Vinicius – talento inconteste no cavaquinho – em conversa com Odette fala sobre a vida, a música, as lembranças, sem evitar qualquer assunto, com tiradas prá lá de interessantes .
Mais cosmopolita a cada mês, Chris Hunt – de Nova York – fala com bastante franqueza sobre as maquinações de Donald Trump; Luiz Dutra anda de bicicleta em Amsterdam; João Vizzotto vai à sessão do circo voador de Colina, Nonato Batista pousa no Campo de Aviação de Peçanha, e Aluísio Rassilan Braga leva-nos a todas as nossas ruas, num texto altamente poético.
E mais: A percepção de Victor Cordeiro sobre o que inspiram os filmes do Oscar; Welington Braga, correndo da Mula sem Cabeça; Odette conta a história do homem que decidiu virar santo, mas a mulher – sempre ela – atrapalhou. Thiago Leão fala sobre o filme “Livros Restantes”.
E, ainda, o convite da lição de vida na “Poesia do Mês”:
É o tempo da travessia … e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos.
Boas leituras!





